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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Novos medidores eletronicos digitais a partir de 2012

A modernização dos medidores de energia do País deve começar a ser feita entre o final de 2012 e o começo de 2013. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) pretende aprovar a regulamentação para a troca dos atuais modelos, analógicos, por novos, digitais, nos próximos meses. “A meta da diretoria colegiada é dar o parecer neste semestre”, disse ao iG o diretor da agência, André Pepitone da Nóbrega.

A tecnologia – batizada de “smart grid”, ou “rede inteligente” -, permite ao consumidor acompanhar em tempo real os gastos com energia por hora e ao longo do mês. Uma vez regulamentada, a migração começa a ser feita em 18 ou 24 meses. A partir de então, os novos equipamentos a serem instalados já serão digitais.

O governo espera que o consumidor possa reduzir a conta de luz por meio do gerenciamento do uso. Além disso, a Aneel vai alterar a regulamentação da tarifa horária, criando horas mais caras (comerciais) e mais baratas (de madrugada, por exemplo). O intuito é ajudar a desafogar o sistema energético do País.

Testes já estão sendo feitos em algumas cidades do País. Em Minas Gerais, a concessionária Cemig realiza um projeto-piloto em Sete Lagoas. Na cidade de São Paulo, a AES Eletropaulo iniciou em março testes em duas mil residências no bairro Ipiranga. Em Parintins (AM), outro projeto-piloto está sendo desenvolvido.

“Net zero”

Empresas de tecnologia já vislumbram o passo seguinte. Projetam casas funcionando a partir de energia gerada pelo calor do sol e pela força do vento, com carros sendo recarregados na garagem com horário programado, e sem conta de energia para pagar. Para um país que enfrentou blecautes há pouco tempo, como o Brasil, parece ficção científica. Mas, segundo Fernando Rodriguez, gerente de Desenvolvimento de Negócios de Smart Grid da GE, a tecnologia para isso já existe.

“O consumidor será capaz de produzir e vender energia a partir de seu domicílio para as concessonárias distribuidoras de energia. Será um grande benefício tanto para o consumidor quanto para o País, que introduzirá uma maior porcentagem de energia renovável na matriz energética. A tecnologia para implementação da microgeração distribuída já está disponível”, disse Rodriguez.

A casa “net zero” seria integrada por “eletrodomésticos inteligentes”, uma estação de recarga de veículos elétricos e um centro de controle - os medidores digitais. Neste cenário avançado, explica Rodriguez, “as residências teriam impacto energético nulo”. Para isso, seriam necessários, dentro de cada casa, um sistema de comunicação, ferramentas de gestão para geração distribuída e um painel solar ou uma microcentral eólica.

Rodriguez acredita que o governo deva dar facilidades aos consumidores para equiparem suas casas. “Frequentemente os governos fornecem estímulos tributários para que se instalem estas fontes distribuídas de maneira a 'limpar' a matriz energética e postergar investimentos”, disse.

Custos

A Aneel estima que cada medidor inteligente custará entre R$ 200 e R$ 300. Mas a modernização do sistema envolve também a troca da infraestrutura das concessionárias, dos equipamentos da rede de distribuição de energia, das chaves, transformadores, medidores e religadores. Ainda não há estimativa oficial para esses gastos.

Mas governo e empresas desenvolvedoras de tecnologia defendem que é possível fazer a migração sem onerar o consumidor. Primeiro, porque a nova tecnologia reduziria as perdas durante a transmissão de energia. Segundo, porque o custo operacional também seria reduzido, uma vez que o religamento de energia nas residências dispensaria a necessidade do deslocamento físico de uma equipe. Tudo seria feito através de computadores. “Temos a expectativa de que o consumidor não seja onerado”, disse Pepitone.

Light e Cemig testam Smart Grid

Fonte: Procel Info - 05.04.2011

Rio de Janeiro - Em breve a Light irá iniciar os testes com os protótipos de medidores eletrônicos desenvolvidos através do projeto de pesquisa e desenvolvimento em smart grid da concessionária em parceria com a Cemig. O projeto prevê um investimento de R$ 65 milhões durante três anos. O estudo será realizado com 2,3 mil consumidores, onde 300 serão clientes da Light e 2 mil da Cemig.

Os modelos pré-industriais que estão sendo testados pela Light foram feitos pela Eletra Energy Solutions, GE e Elster, empresas participantes do estudo. Os equipamentos serão instalados em comunidades de baixa renda em quatro regiões diferentes da área de abrangência da empresa. Os medidores digitais serão instalados em cada ponto de consumo e um display dentro de cada residência. Com os aparelhos, os consumidores poderão saber os dados do seu consumo diário ou mensal em quilowatt-hora e em reais.

sábado, 2 de abril de 2011

Bahia terá o primeiro estádio solar da América Latina

Fonte: Procel Info - 29.06.2011

Até dezembro deste ano, a Bahia terá o primeiro estádio solar da América Latina lançado pela Companhia de Eletricidade da Bahia, a Coelba, distribuidora do Grupo Neoenergia. O projeto vai gerar uma economia de 630 MWh/ano, equivalentes a cerca de R$ 200 mil por ano. A empresa lançará no próximo dia 2 de maio o edital de contratação do Sistema Solar Fotovoltaico que será implantado no estádio esportivo de Pitaçu, em Salvador.

O projeto foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), no âmbito do Programa de Eficiência Energética da Coelba em 2010, e será realizado em parceria com o Governo do Estado da Bahia e com o apoio técnico do Programa Energia do Governo Alemão (GIZ). O Sistema Solar Fotovoltaico terá capacidade de geração de 400 kWp, medida específica de geração de energia solar, e a energia do estádio será usada nas suas instalações, permutando com a energia fornecida pela Coelba.




Simulação da instalação de painéis solares sobre o estádio de Pituaçu
Primeira aplicação de filmes finos nesta escala no Brasil
Fonte:http://www.americadosol.org/pituacu_solar/

3° FÓRUM DE TECNOLOGIA - SUCESU-BA/IEEE Seção Bahia




3º Fórum de Tecnologia

06 de abril de 2011.

Hotel Pestana – Salvador, Bahia.

O IEEE Seção Bahia e a SUCESU-BA têm o prazer de convidar a comunidade de TIC e Engenharia para participar do 3º FÓRUM DE TECNOLOGIA, cujo tema principal aborda as “Tecnologias e Desafios do Século XXI” viabilizando negócios num cenário de tecnologias e serviços facilitadores.

Inscrições abertas!

PROGRAMAÇÃO TÉCNICA
08h00-08h30

Credenciamento
08h30-09h00

Abertura Oficial
09h00-09h50

Telecomunicações e Internet – Serviços, Evolução, Desafios e Novos Negócios
Palestrante - Mirela Sechi Moretti Notare
09h50-10h20

Cofee-Break
10h20-11h10


Virtualização, Cloud Computing e Novos Recursos Tecnológicos para a Implantação Eficiente e Agilização dos Negócios de TI
Palestrante: Likizo Hatori
11h10-12h00

Redes de Nova Geração e Internet do Futuro – Perspectivas para a Web, Mercado e Usuários
Palestrante: Prof. Dr. José Augusto Suruagy
12h00-14h00

Intervalo para Almoço
14h00-14h50

Smart GRID – Evolução e Novas Perspectivas
Palestrante: Enrique Tejera
14h50-15h20

Cofee-Break
15h20-16h10
Novos Desafios das Engenharias – Conservação de Energia, Reaproveitamento e Minaturização
Palestrante: Kleber Freire
16h10-17h00

Mesa Redonda: Oportunidades de Negócios em TI num Cenário de Mega-Eventos e Mercado Disruptivo
Participantes: James Correia (Secretario de Estado - SICM), Gustavo Giannatasio (Presidente Eleito do IEEE R9, Oswaldo Soliano (Prof. Unifacs) Joberto Martins (Presidente do IEEE Seção Bahia).
17h00


Encerramento
Maiores informações: http:// www.doispx.com.br/3forumtecnologia

Telefone (contato): 71 3341-0159 / sucesu@sucesuba.org.br