A modernização dos medidores de energia do País deve começar a ser feita entre o final de 2012 e o começo de 2013. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) pretende aprovar a regulamentação para a troca dos atuais modelos, analógicos, por novos, digitais, nos próximos meses. “A meta da diretoria colegiada é dar o parecer neste semestre”, disse ao iG o diretor da agência, André Pepitone da Nóbrega.
A tecnologia – batizada de “smart grid”, ou “rede inteligente” -, permite ao consumidor acompanhar em tempo real os gastos com energia por hora e ao longo do mês. Uma vez regulamentada, a migração começa a ser feita em 18 ou 24 meses. A partir de então, os novos equipamentos a serem instalados já serão digitais.
O governo espera que o consumidor possa reduzir a conta de luz por meio do gerenciamento do uso. Além disso, a Aneel vai alterar a regulamentação da tarifa horária, criando horas mais caras (comerciais) e mais baratas (de madrugada, por exemplo). O intuito é ajudar a desafogar o sistema energético do País.
Testes já estão sendo feitos em algumas cidades do País. Em Minas Gerais, a concessionária Cemig realiza um projeto-piloto em Sete Lagoas. Na cidade de São Paulo, a AES Eletropaulo iniciou em março testes em duas mil residências no bairro Ipiranga. Em Parintins (AM), outro projeto-piloto está sendo desenvolvido.
“Net zero”
Empresas de tecnologia já vislumbram o passo seguinte. Projetam casas funcionando a partir de energia gerada pelo calor do sol e pela força do vento, com carros sendo recarregados na garagem com horário programado, e sem conta de energia para pagar. Para um país que enfrentou blecautes há pouco tempo, como o Brasil, parece ficção científica. Mas, segundo Fernando Rodriguez, gerente de Desenvolvimento de Negócios de Smart Grid da GE, a tecnologia para isso já existe.
“O consumidor será capaz de produzir e vender energia a partir de seu domicílio para as concessonárias distribuidoras de energia. Será um grande benefício tanto para o consumidor quanto para o País, que introduzirá uma maior porcentagem de energia renovável na matriz energética. A tecnologia para implementação da microgeração distribuída já está disponível”, disse Rodriguez.
A casa “net zero” seria integrada por “eletrodomésticos inteligentes”, uma estação de recarga de veículos elétricos e um centro de controle - os medidores digitais. Neste cenário avançado, explica Rodriguez, “as residências teriam impacto energético nulo”. Para isso, seriam necessários, dentro de cada casa, um sistema de comunicação, ferramentas de gestão para geração distribuída e um painel solar ou uma microcentral eólica.
Rodriguez acredita que o governo deva dar facilidades aos consumidores para equiparem suas casas. “Frequentemente os governos fornecem estímulos tributários para que se instalem estas fontes distribuídas de maneira a 'limpar' a matriz energética e postergar investimentos”, disse.
Custos
A Aneel estima que cada medidor inteligente custará entre R$ 200 e R$ 300. Mas a modernização do sistema envolve também a troca da infraestrutura das concessionárias, dos equipamentos da rede de distribuição de energia, das chaves, transformadores, medidores e religadores. Ainda não há estimativa oficial para esses gastos.
Mas governo e empresas desenvolvedoras de tecnologia defendem que é possível fazer a migração sem onerar o consumidor. Primeiro, porque a nova tecnologia reduziria as perdas durante a transmissão de energia. Segundo, porque o custo operacional também seria reduzido, uma vez que o religamento de energia nas residências dispensaria a necessidade do deslocamento físico de uma equipe. Tudo seria feito através de computadores. “Temos a expectativa de que o consumidor não seja onerado”, disse Pepitone.
Eficiência Energética
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Light e Cemig testam Smart Grid
Fonte: Procel Info - 05.04.2011
Rio de Janeiro - Em breve a Light irá iniciar os testes com os protótipos de medidores eletrônicos desenvolvidos através do projeto de pesquisa e desenvolvimento em smart grid da concessionária em parceria com a Cemig. O projeto prevê um investimento de R$ 65 milhões durante três anos. O estudo será realizado com 2,3 mil consumidores, onde 300 serão clientes da Light e 2 mil da Cemig.
Os modelos pré-industriais que estão sendo testados pela Light foram feitos pela Eletra Energy Solutions, GE e Elster, empresas participantes do estudo. Os equipamentos serão instalados em comunidades de baixa renda em quatro regiões diferentes da área de abrangência da empresa. Os medidores digitais serão instalados em cada ponto de consumo e um display dentro de cada residência. Com os aparelhos, os consumidores poderão saber os dados do seu consumo diário ou mensal em quilowatt-hora e em reais.
Rio de Janeiro - Em breve a Light irá iniciar os testes com os protótipos de medidores eletrônicos desenvolvidos através do projeto de pesquisa e desenvolvimento em smart grid da concessionária em parceria com a Cemig. O projeto prevê um investimento de R$ 65 milhões durante três anos. O estudo será realizado com 2,3 mil consumidores, onde 300 serão clientes da Light e 2 mil da Cemig.
Os modelos pré-industriais que estão sendo testados pela Light foram feitos pela Eletra Energy Solutions, GE e Elster, empresas participantes do estudo. Os equipamentos serão instalados em comunidades de baixa renda em quatro regiões diferentes da área de abrangência da empresa. Os medidores digitais serão instalados em cada ponto de consumo e um display dentro de cada residência. Com os aparelhos, os consumidores poderão saber os dados do seu consumo diário ou mensal em quilowatt-hora e em reais.
sábado, 2 de abril de 2011
Bahia terá o primeiro estádio solar da América Latina
Fonte: Procel Info - 29.06.2011
Até dezembro deste ano, a Bahia terá o primeiro estádio solar da América Latina lançado pela Companhia de Eletricidade da Bahia, a Coelba, distribuidora do Grupo Neoenergia. O projeto vai gerar uma economia de 630 MWh/ano, equivalentes a cerca de R$ 200 mil por ano. A empresa lançará no próximo dia 2 de maio o edital de contratação do Sistema Solar Fotovoltaico que será implantado no estádio esportivo de Pitaçu, em Salvador.
O projeto foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), no âmbito do Programa de Eficiência Energética da Coelba em 2010, e será realizado em parceria com o Governo do Estado da Bahia e com o apoio técnico do Programa Energia do Governo Alemão (GIZ). O Sistema Solar Fotovoltaico terá capacidade de geração de 400 kWp, medida específica de geração de energia solar, e a energia do estádio será usada nas suas instalações, permutando com a energia fornecida pela Coelba.
Simulação da instalação de painéis solares sobre o estádio de Pituaçu
Primeira aplicação de filmes finos nesta escala no Brasil
Fonte:http://www.americadosol.org/pituacu_solar/
Até dezembro deste ano, a Bahia terá o primeiro estádio solar da América Latina lançado pela Companhia de Eletricidade da Bahia, a Coelba, distribuidora do Grupo Neoenergia. O projeto vai gerar uma economia de 630 MWh/ano, equivalentes a cerca de R$ 200 mil por ano. A empresa lançará no próximo dia 2 de maio o edital de contratação do Sistema Solar Fotovoltaico que será implantado no estádio esportivo de Pitaçu, em Salvador.
O projeto foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), no âmbito do Programa de Eficiência Energética da Coelba em 2010, e será realizado em parceria com o Governo do Estado da Bahia e com o apoio técnico do Programa Energia do Governo Alemão (GIZ). O Sistema Solar Fotovoltaico terá capacidade de geração de 400 kWp, medida específica de geração de energia solar, e a energia do estádio será usada nas suas instalações, permutando com a energia fornecida pela Coelba.
Simulação da instalação de painéis solares sobre o estádio de Pituaçu
Primeira aplicação de filmes finos nesta escala no Brasil
Fonte:http://www.americadosol.org/pituacu_solar/
3° FÓRUM DE TECNOLOGIA - SUCESU-BA/IEEE Seção Bahia
3º Fórum de Tecnologia
06 de abril de 2011.
Hotel Pestana – Salvador, Bahia.
O IEEE Seção Bahia e a SUCESU-BA têm o prazer de convidar a comunidade de TIC e Engenharia para participar do 3º FÓRUM DE TECNOLOGIA, cujo tema principal aborda as “Tecnologias e Desafios do Século XXI” viabilizando negócios num cenário de tecnologias e serviços facilitadores.
Inscrições abertas!
PROGRAMAÇÃO TÉCNICA
08h00-08h30
Credenciamento
08h30-09h00
Abertura Oficial
09h00-09h50
Telecomunicações e Internet – Serviços, Evolução, Desafios e Novos Negócios
Palestrante - Mirela Sechi Moretti Notare
09h50-10h20
Cofee-Break
10h20-11h10
Virtualização, Cloud Computing e Novos Recursos Tecnológicos para a Implantação Eficiente e Agilização dos Negócios de TI
Palestrante: Likizo Hatori
11h10-12h00
Redes de Nova Geração e Internet do Futuro – Perspectivas para a Web, Mercado e Usuários
Palestrante: Prof. Dr. José Augusto Suruagy
12h00-14h00
Intervalo para Almoço
14h00-14h50
Smart GRID – Evolução e Novas Perspectivas
Palestrante: Enrique Tejera
14h50-15h20
Cofee-Break
15h20-16h10
Novos Desafios das Engenharias – Conservação de Energia, Reaproveitamento e Minaturização
Palestrante: Kleber Freire
16h10-17h00
Mesa Redonda: Oportunidades de Negócios em TI num Cenário de Mega-Eventos e Mercado Disruptivo
Participantes: James Correia (Secretario de Estado - SICM), Gustavo Giannatasio (Presidente Eleito do IEEE R9, Oswaldo Soliano (Prof. Unifacs) Joberto Martins (Presidente do IEEE Seção Bahia).
17h00
Encerramento
Maiores informações: http:// www.doispx.com.br/3forumtecnologia
Telefone (contato): 71 3341-0159 / sucesu@sucesuba.org.br
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Vale fecha acordo com GE para pesquisa de soluções em energia
Fonte: G1 - 10.11.2010
Rio de Janeiro - A Vale fechou com a General Electric um termo de cooperação para pesquisar novas soluções para o setor de energia, um insumo crítico para a mineradora que é o quarto maior consumidor de energia do país.
Segundo o diretor-presidente do Instituto Tecnológico Vale, Luiz Mello, o objetivo do acordo é otimizar o consumo de energia da empresa.
"Algumas tecnologias podem inclusive ir para a área mineral, não só energia", afirmou Mello à Reuters durante evento para anúncio dos planos da GE no país.
A GE anunciou nesta quarta-feira que vai investir 500 milhões de dólares no Brasil, na construção de um novo centro de pesquisa e na expansão de suas operações no país. Do valor total, 400 milhões de dólares serão investidos nos próximos três anos em tecnologia e desenvolvimento de novos produtos e novas linhas de produção.
Mello disse ainda que a parceria com a GE será fundamental em regiões onde a Vale precisa montar infraestrutura para operar.
Como exemplo, ele citou o projeto de exploração de minério de ferro na Guiné, Simandou, uma região onde não há nenhuma infraestrutura instalada.
"Ferrovias e porto terão de ser construídos, não tem nenhuma infraestrutura. É fundamental ter a GE como parceira em uma situação dessa".
Segundo Mello, o foco inicial no Brasil será as ferrovias, buscando otimizar os custos com combustível. Atualmente a Vale tem cinco locomotivas operando a gás "com um bom desempenho", segundo Mello, e outras com biodiesel.
"Poderíamos ter sistemas de ferrovias. Estamos ampliando o uso do biodiesel para B20, queremos trabalhar com gás em vez de diesel. Só que o gás tem que ser comprimido, poderia eletrificar a rede. É limpo, mas custa caro", completou Mello.
Fonte: http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/11/vale-fecha-acordo-com-ge-para-pesquisa-de-solucoes-em-energia.html
Rio de Janeiro - A Vale fechou com a General Electric um termo de cooperação para pesquisar novas soluções para o setor de energia, um insumo crítico para a mineradora que é o quarto maior consumidor de energia do país.
Segundo o diretor-presidente do Instituto Tecnológico Vale, Luiz Mello, o objetivo do acordo é otimizar o consumo de energia da empresa.
"Algumas tecnologias podem inclusive ir para a área mineral, não só energia", afirmou Mello à Reuters durante evento para anúncio dos planos da GE no país.
A GE anunciou nesta quarta-feira que vai investir 500 milhões de dólares no Brasil, na construção de um novo centro de pesquisa e na expansão de suas operações no país. Do valor total, 400 milhões de dólares serão investidos nos próximos três anos em tecnologia e desenvolvimento de novos produtos e novas linhas de produção.
Mello disse ainda que a parceria com a GE será fundamental em regiões onde a Vale precisa montar infraestrutura para operar.
Como exemplo, ele citou o projeto de exploração de minério de ferro na Guiné, Simandou, uma região onde não há nenhuma infraestrutura instalada.
"Ferrovias e porto terão de ser construídos, não tem nenhuma infraestrutura. É fundamental ter a GE como parceira em uma situação dessa".
Segundo Mello, o foco inicial no Brasil será as ferrovias, buscando otimizar os custos com combustível. Atualmente a Vale tem cinco locomotivas operando a gás "com um bom desempenho", segundo Mello, e outras com biodiesel.
"Poderíamos ter sistemas de ferrovias. Estamos ampliando o uso do biodiesel para B20, queremos trabalhar com gás em vez de diesel. Só que o gás tem que ser comprimido, poderia eletrificar a rede. É limpo, mas custa caro", completou Mello.
Fonte: http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/11/vale-fecha-acordo-com-ge-para-pesquisa-de-solucoes-em-energia.html
Hotel reduz 30% consumo de energia
O Hotel Colonnade reduziu o consumo de energia em 30% usando incentivos da Distribuidora Americana NSTAR, e com $460.000 da Bluestone Energy.
Espera-se economizar $295.000,00 por ano e obter um retorno de investimento em dois anos.
O que foi feito?
- Instalação de um chiller centrífugo com compressores de rolamento de ar sem fricção
- Substituição de lâmpadas convencionais por iluminação LED, de alta eficiência
- Instalação de motores de ventilação comutados eletronicamente nos quartos dos hóspedes.
Bluestone Energy desenvolveu também um sistema automatizado para monitoramento do hotel em tempo real via Internet. Desta forma, é possível gerenciar os equipamentos e problemas, e rapidamente, ajustar o clima do ambiente para uma melhor eficiência.
acesse o site original em: http://www.environmentalleader.com/2010/11/10/the-colonnade-hotel-cuts-energy-use-30/
Espera-se economizar $295.000,00 por ano e obter um retorno de investimento em dois anos.
O que foi feito?
- Instalação de um chiller centrífugo com compressores de rolamento de ar sem fricção
- Substituição de lâmpadas convencionais por iluminação LED, de alta eficiência
- Instalação de motores de ventilação comutados eletronicamente nos quartos dos hóspedes.
Bluestone Energy desenvolveu também um sistema automatizado para monitoramento do hotel em tempo real via Internet. Desta forma, é possível gerenciar os equipamentos e problemas, e rapidamente, ajustar o clima do ambiente para uma melhor eficiência.
acesse o site original em: http://www.environmentalleader.com/2010/11/10/the-colonnade-hotel-cuts-energy-use-30/
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Aplicativo online da P2 calcula economia de energia proveniente de retrofits na iluminação
10.11.10
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Aplicativo online da P2 calcula economia de energia proveniente de retrofits na iluminação
Fonte: Environmental Leader - 08.11.2010
Estados Unidos - A Precision-Paragon, uma divisão da Hubbell Lighting, lançou um aplicativo de internet gratuito que ajuda os proprietários de empresas a calcular as economias de energia e financeiras provenientes de projetos de otimização da iluminação em indústrias e comércios. O aplicativo "Lighting Retrofit Calculator" dá às empresas um ponto de partida para que estimem o potencial de benefícios financeiros, energéticos e ambientais para projetos de retrofit em iluminação de escritórios, armazéns e fábricas. A P2 diz que isto ajudará as empresas na escolha de um profissional de eficiência energética e no envio de solicitações de orçamento para propostas de retrofit em iluminação.
A empresa explica como funciona. Seleciona-se o tipo de prédio para retrofit, o custo de eletricidade em kWh, a área do prédio e suas horas de operação anual. Quando o usuário clicar em "calculate" (que significa "calcular"), o aplicativo retorna com uma estimativa de custos para o projeto, de economias de energia e de retorno financeiro. Também são calculados os benefícios ambientais, como número equivalente de carros retirados das estradas por ano, galões de gasolina não queimada e casas energizadas pela eletricidade economizad
fonte: Procel
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Aplicativo online da P2 calcula economia de energia proveniente de retrofits na iluminação
Fonte: Environmental Leader - 08.11.2010
Estados Unidos - A Precision-Paragon, uma divisão da Hubbell Lighting, lançou um aplicativo de internet gratuito que ajuda os proprietários de empresas a calcular as economias de energia e financeiras provenientes de projetos de otimização da iluminação em indústrias e comércios. O aplicativo "Lighting Retrofit Calculator" dá às empresas um ponto de partida para que estimem o potencial de benefícios financeiros, energéticos e ambientais para projetos de retrofit em iluminação de escritórios, armazéns e fábricas. A P2 diz que isto ajudará as empresas na escolha de um profissional de eficiência energética e no envio de solicitações de orçamento para propostas de retrofit em iluminação.
A empresa explica como funciona. Seleciona-se o tipo de prédio para retrofit, o custo de eletricidade em kWh, a área do prédio e suas horas de operação anual. Quando o usuário clicar em "calculate" (que significa "calcular"), o aplicativo retorna com uma estimativa de custos para o projeto, de economias de energia e de retorno financeiro. Também são calculados os benefícios ambientais, como número equivalente de carros retirados das estradas por ano, galões de gasolina não queimada e casas energizadas pela eletricidade economizad
fonte: Procel
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Lixo espacial pode destruir comunicações na Terra

Existe tanto lixo espacial circulando em volta da Terra que qualquer colisão espacial poderia causar uma espécie de efeito dominó capaz de destruir satélites vitais para o mundo, revelou um relatório do Pentágono, divulgado nesta quinta-feira (27) pelo jornal inglês DailyMail.
Uma colisão entre um satélite e um pedaço de lixo espacial poderia espalhar milhares de detritos, destruindo outros satélites.
Segundo o relatório, sinais de TV, previsões meteorológiLixo espacial pode destruir comunicações na Terra
R7
Existe tanto lixo espacial circulando em volta da Terra que qualquer colisão espacial poderia causar uma espécie de efeito dominó capaz de destruir satélites vitais para o mundo, revelou um relatório do Pentágono, divulgado nesta quinta-feira (27) pelo jornal inglês DailyMail.
Uma colisão entre um satélite e um pedaço de lixo espacial poderia espalhar milhares de detritos, destruindo outros satélites.
Segundo o relatório, sinais de TV, previsões meteorológicas, GPS (navegação por posicionamento global) e ligações telefônicas são alguns dos serviços que podem ser comprometidos.
A reação em cadeia descontrolada poderia tornar algumas órbitas inúteis para satélites militares e comerciais, de acordo com o
Estudo da Situação Espacial enviado ao congresso americano em março. O relatório, que não foi divulgado publicamente, diz que o espaço “está cada vez mais congestionado”.
Desde o primeiro objeto, o Sputnik Um, lançado ao espaço há 53 anos, a humanidade criou um enxame de "dezenas de milhões de detritos", acrescenta o relatório. O lixo que gira em torno da Terra vem de velhos foguetes, satélites abandonados e estilhaços de mísseis.
Segundo o cientista espacial indiano Bharat Gopalaswamy, o lixo espacial está no limite.
- Nenhum satélite pode ser protegido contra esse tipo de força destrutiva.
O alerta acontece depois da primeira grande colisão, no ano passado, entre um satélite de comunicação americano e uma sonda russa desativada sobre a Sibéria.
A colisão, a uma velocidade 24.140 km/h gerou 1.500 peças de lixo espacial, fazendo com que a ISS (Estação Espacial Internacional) tivesse de de manobrar para evitá-las. O teste de um míssil chinês, em 2007, deixou 150 mil pedaços de lixo na atmosfera.
Esses dois eventos levaram o governo americano a apoiar a ONU em uma campanha para que empresas e países parem de criar mais lixo na órbita da Terra.
Mazlan Othman, diretor do escritório de Assuntos Espaciais da ONU, disse que o "espaço precisa de políticas e leis para que nossa vida não seja posta em perigo por causa de nosso mau comportamento espacial".cas, GPS (navegação por posicionamento global) e ligações telefônicas são alguns dos serviços que podem ser comprometidos.
A reação em cadeia descontrolada poderia tornar algumas órbitas inúteis para satélites militares e comerciais, de acordo com o
Estudo da Situação Espacial enviado ao congresso americano em março. O relatório, que não foi divulgado publicamente, diz que o espaço “está cada vez mais congestionado”.
Desde o primeiro objeto, o Sputnik Um, lançado ao espaço há 53 anos, a humanidade criou um enxame de "dezenas de milhões de detritos", acrescenta o relatório. O lixo que gira em torno da Terra vem de velhos foguetes, satélites abandonados e estilhaços de mísseis.
Segundo o cientista espacial indiano Bharat Gopalaswamy, o lixo espacial está no limite.
- Nenhum satélite pode ser protegido contra esse tipo de força destrutiva.
O alerta acontece depois da primeira grande colisão, no ano passado, entre um satélite de comunicação americano e uma sonda russa desativada sobre a Sibéria.
A colisão, a uma velocidade 24.140 km/h gerou 1.500 peças de lixo espacial, fazendo com que a ISS (Estação Espacial Internacional) tivesse de de manobrar para evitá-las. O teste de um míssil chinês, em 2007, deixou 150 mil pedaços de lixo na atmosfera.
Esses dois eventos levaram o governo americano a apoiar a ONU em uma campanha para que empresas e países parem de criar mais lixo na órbita da Terra.
Mazlan Othman, diretor do escritório de Assuntos Espaciais da ONU, disse que o "espaço precisa de políticas e leis para que nossa vida não seja posta em perigo por causa de nosso mau comportamento espacial".
http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/lixo-espacial-ameaca-criar-reacao-em-cadeia-que-pode-destruir-comunicacoes-na-terra-20100527.html
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Apple ultrapassa Microsoft e torna-se 2ª maior dos EUA
Nova York - A empresa de tecnologia Apple tornou-se hoje a segunda maior empresa dos Estados Unidos ao ultrapassar a Microsoft em termos de capitalização de mercado. A empresa fundada por Steve Jobs está atrás apenas da ExxonMobil. A ultrapassagem deveu-se à queda das ações da Microsoft na Bolsa de Nova York hoje.
O avanço da Apple ocorre apesar de suas próprias ações terem recuado 0,5% no pregão de hoje, fechando em US$ 244,11. No entanto, os papéis da companhia valorizaram-se bastante em 2010. Antes de ultrapassar a Microsoft, a Apple já havia deixado para trás a gigante varejista Wal-Mart.
A ações da Apple subiram 16% no acumulado de 2010, com os produtos da empresa saindo sem parar das prateleiras e seu mais recente lançamento de grande porte, o iPad, atraindo os holofotes. Um mês atrás, os papéis da Apple alcançaram a cotação máxima de sua história, chegando a ser negociadas a US$ 272,46.
No fechamento do pregão em Nova York, a capitalização de mercado da Apple era de US$ 222,12 bilhões, contra US$ 219,18 bilhões da Microsoft, segundo dados da Fact Set Research. Na virada do ano, a capitalização de mercado da Microsoft era de US$ 270,7 bilhões, contra US$ 189,9 bilhões da Apple. As ações da Microsoft desvalorizaram-se 18% nestes primeiros meses de 2010.
Nos últimos anos, o valor dos papéis da Apple multiplicou-se por 34. No mesmo período, as ações da Microsoft caíram 2,9%. A liderança da ExxonMobil ainda é bastante ampla. A capitalização de mercado da petrolífera é de US$ 277,68 bilhões, com suas ações a US$ 59,31 no fechamento da sessão em Nova York. Para alcançar tal capitalização, os papéis da Apple precisariam ser negociados a US$ 306,00.
De acordo com a FactSet, 34 de 38 analistas consultados deram o equivalente a recomendação de compra e estabeleceram preço-alvo médio de US$ 310,77 para a Apple, com alguns deles sugerindo preço-alvo de até US$ 350,00.
No início da semana, analistas do Morgan Stanley estabeleceram o preço-alvo das ações da Apple em US$ 310,00, com alguns deles cogitando cotação de até US$ 400,00 se os lucros vierem como muitos esperam. As informações são da Dow Jones.
http://www.abril.com.br/noticias/economia/apple-ultrapassa-microsoft-torna-se-2a-maior-eua-1075248.shtml
O avanço da Apple ocorre apesar de suas próprias ações terem recuado 0,5% no pregão de hoje, fechando em US$ 244,11. No entanto, os papéis da companhia valorizaram-se bastante em 2010. Antes de ultrapassar a Microsoft, a Apple já havia deixado para trás a gigante varejista Wal-Mart.
A ações da Apple subiram 16% no acumulado de 2010, com os produtos da empresa saindo sem parar das prateleiras e seu mais recente lançamento de grande porte, o iPad, atraindo os holofotes. Um mês atrás, os papéis da Apple alcançaram a cotação máxima de sua história, chegando a ser negociadas a US$ 272,46.
No fechamento do pregão em Nova York, a capitalização de mercado da Apple era de US$ 222,12 bilhões, contra US$ 219,18 bilhões da Microsoft, segundo dados da Fact Set Research. Na virada do ano, a capitalização de mercado da Microsoft era de US$ 270,7 bilhões, contra US$ 189,9 bilhões da Apple. As ações da Microsoft desvalorizaram-se 18% nestes primeiros meses de 2010.
Nos últimos anos, o valor dos papéis da Apple multiplicou-se por 34. No mesmo período, as ações da Microsoft caíram 2,9%. A liderança da ExxonMobil ainda é bastante ampla. A capitalização de mercado da petrolífera é de US$ 277,68 bilhões, com suas ações a US$ 59,31 no fechamento da sessão em Nova York. Para alcançar tal capitalização, os papéis da Apple precisariam ser negociados a US$ 306,00.
De acordo com a FactSet, 34 de 38 analistas consultados deram o equivalente a recomendação de compra e estabeleceram preço-alvo médio de US$ 310,77 para a Apple, com alguns deles sugerindo preço-alvo de até US$ 350,00.
No início da semana, analistas do Morgan Stanley estabeleceram o preço-alvo das ações da Apple em US$ 310,00, com alguns deles cogitando cotação de até US$ 400,00 se os lucros vierem como muitos esperam. As informações são da Dow Jones.
http://www.abril.com.br/noticias/economia/apple-ultrapassa-microsoft-torna-se-2a-maior-eua-1075248.shtml
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
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